segunda-feira, 14 de setembro de 2009

ENCONTRO 15 – Oficina do Projeto (5)

No dia 24 de agosto nos reunimos para trabalhar alguns pontos do Projeto de Leitura, comum a todas as escolas participantes do GESTAR II de Língua Portuguesa.


Neste encontro, cada professora cursista explanou sobre as atividades que vem sendo desenvolvidas dentro do Projeto de Leitura, em sua escola. Com a troca de experiências, o projeto fluirá melhor e com mais efeito, alçando efetivamente seus objetivos.


No momento seguinte, nos dirigimos ao Telecentro do município de Arroio do Meio, onde trabalhamos com blog. As professoras da Escola Municipal de Ensino Fundamental Barra do Forqueta apresentaram o blog de sua escola e em seguida, as professoras aprenderam a criar um blog, já que no início do GESTAR II não se sentiram à vontade em utilizar o blog para registrar seus relatórios, formando seu portfólio. Preferiram fazê-lo em uma pasta, mesmo tendo os relatórios digitados.


Além disso, navegaram por blogs de outras escolas para ter uma noção mais clara de como organizar o blog de sua escola.


Aos poucos, todas as escolas terão o seu. Para isso é necessário que a escola se organize e tenha uma pessoa responsável em atualizá-lo constantemente, com participação dos alunos.


O encontro foi muito produtivo e novas idéias surgiram para aprimorar as atividades relacionadas ao projeto nas escolas.

Andréa Haupt

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

ENCONTRO 14 – TP5 – unidades 19 e 20 - OFICINA 10

A oficina relativa às unidades 19 e 20, do TP5 ocorreu no dia 10 de agosto.

O encontro teve início com o vídeo “Pleonasmo”, um trecho de um show de comédia, muito interessante para trabalhar questões de redundância. A partir do vídeo, as cursistas fizeram colocações relevantes sobre o assunto.

Logo após, as professoras apresentaram a análise de propagandas, realizada no encontro anterior. Cada grupo explicou suas impressões, a coerência e coesão entre imagem e escrita, a intenção da propaganda. Os trabalhos foram bem aprofundados e as colocações muito importantes.

Passamos então a comentar as unidades 19 e 20 do TP5, que são fundamentais na continuidade dos estudos. A participação das professoras mais uma vez foi muito enriquecedora, sempre complementado as questões em discussão.

Formamos grupos, que realizaram a atividade sugerida no AVANÇANDO NA PRÁTICA, da seção 3 da unidade 19. A atividade foi interessante e envolvente, fazendo com que todas participassem.

A troca de experiências das atividades dos Avançando na Prática, que devem ser aplicadas em sala de aula, não foi possível de ser realizada devido ao recesso escolar prolongado como forma de evitar a disseminação da Gripe A(H1N1). Estas atividades ainda serão aplicadas pelas professoras e posteriormente realizaremos a explanação das mesmas.

Realizamos então, mais uma atividade prática: a produção textual coletiva a partir de um baralho de imagens:

# Um grupo de quatro a oito pessoas senta-se ao centro de um semicírculo maior. (O número de componentes do grupo do centro dependerá do total de participantes na sala.)

# Os componentes do grupo do centro recebem imagens viradas para baixo, sem poder vê-las. Em ordem, um componente do grupo pega uma imagem e começa a elaborar o texto a partir da mesma.
# O redator vai escrevendo o texto conforme o grupo vai ditando e a professora vai colanda as imagens na parede ou quadro, juntamente com os elementos de coesão, para analisar posteriormente com o grupo.







# Após todos terem virado suas imagens e contribuído com o texto, o grupo de fora, faz observações e aperfeiçoa o texto, a partir de análise coletiva.

Variações: A atividade pode ser realizada com baralho e palavras, caixa de objetos, envelope com trechos de frases, expressões,...

Os objetivos da atividade foram alcançados e a oficina foi muito, muito proveitosa.

Andréa Haupt

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

ENCONTRO 13 – TP5 – Unidades 17 e 18 - OFICINA 9

A oficina relativa às unidades 17 e 18 do TP5 ocorreu no dia 06 de agosto.
Iniciamos o encontro com o filme “NARRADORES DE JAVÉ”, a partir do qual realizamos uma reflexão e um debate em torno da realidade apresentada, da vivência daquelas pessoas, da relação entre oralidade e escrita, da importância das memórias de um povo, do conhecimento prévio e sua interferência no modo de pensar e ver as coisas,...
Passamos então ao estudo das unidades 17 e 28 do TP5, que tratam sobre Estilística e Coerência Textual. As professoras cursistas colocaram suas anotações, pontos relevantes destacados em seu estudo individual.
Ressaltaram a importância na escolha cuidadosa dos recursos expressivos capazes de produzir efeito na comunicação entre autor/leitor, locutor/interlocutor. O uso de fonemas, acentos, entonação, altura e ritmo de sílabas, palavras e frases,assim como da metáfora, metonímia, formação de palavras, entre tantos outros recursos, enriquecem o texto, tanto escrito, como oral.
A coerência textual depende do leitor, pois o conhecimento prévio e as experiências conduzem o leitor na compreensão do texto, do sentido do texto. O conhecimento de mundo do leitor se articula com as informações contidas no texto para, assim, estabelecer-se a compreensão, a coerência textual.
Partimos então para a troca de experiências das atividades aplicadas em sala de aula, sugeridas no AVANÇANDO NA PRÁTICA. Atividades diversas foram aplicadas em diferentes turmas, pelos professores cursistas, sendo que todas tiveram uma boa receptividade dos alunos e um bom desenvolvimento e reflexão.
Algumas professoras realizaram a atividade a partir do texto “PALAVRA”, de Adriana Falcão. Os alunos se envolveram e participaram da atividade, com entusiasmo. O texto foi lido, bem explorado e debatido oralmente, com questionamentos feitos pela professora e também por alguns alunos. Depois, além de citarem as palavras que os façam sentir algo, desenharam o que estas palavras representam, formando um belo painel que foi exposto na escola.
Outra professora realizou a atividade de produção textual sugerida na página 50. Relatou que os alunos souberam criar sua narrativa, utilizando criativamente os recursos linguísticos que haviam trabalhado anteriormente. Foi um trabalho bem interessante.
Também, a atividade a partir de um texto publicitário que mescle linguagem verbal e não verbal foi aplicada em uma turma. O trabalho desenvolveu-se de forma que todos os alunos participaram, contribuindo com reflexões, questionamentos e colocações a respeito do tema, da relação texto/imagem, da importância da coerência e do conhecimento prévio para estabelecermos a compreensão. Após, produziram textos a partir das discussões feitas. Os textos foram realizados em duplas e foi possível perceber que os alunos realmente compreenderam as questões discutidas.
Outro trabalho aplicado foi a organização, de forma coerente, de uma história em quadrinhos embaralhada. Os alunos receberam uma história em quadrinhos fora de ordem. Inicialmente, foi feita a leitura da história e questionamentos que levaram os alunos a analisarem as imagens dos quadrinhos. Em seguida, os alunos recortaram os quadrinhos e começaram a montar o “quebra-cabeça” com muita concentração e persistência. Alguns apresentaram mais dificuldades que outros, sendo que, em alguns momentos, solicitavam a ajuda da professora ou de algum colega para ajudá-lo a pensar adiante, sem, é claro, receber a resposta pronta. Ao final da atividade, estavam satisfeitos por terem conseguido vencer o desafio com sucesso.
Sempre que relatam suas práticas, as professoras estão bastante motivadas e contentes com os resultados alcançados.









Depois disso, em trios, as professoras analisaram uma propaganda, escolhida pelo grupo. Nessa análise, observaram a coerência entre texto verbal e não verbal presente na propaganda; como a coerência é construída a partir da articulação entre informações presentes no texto publicitário e as experiências prévias que os leitores têm a respeito do assunto; os efeitos de sentido do texto como um todo, analisando cada parte e como elas se articulam na unidade textual. Todas as observações foram registradas em cartazes, e serão apresentadas ao grande grupo no próximo encontro.O encontro foi proveitoso e trouxe algumas sugestões de atividades diferentes enriquecendo o trabalho.
Andréa Haupt

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

ENCONTRO 12 - OFICINA DO PROJETO (4)

No dia 29 de julho, nos reunimos mais uma vez para dar continuidade à elaboração do projeto de incentivo à leitura e à escrita.
O encontro teve início com a leitura do texto “O prazer da leitura”, de Rubem Alves, que complementa os estudos já realizados para a elaboração do o projeto de incentivo à leitura.
Em plenária, retomamos, discutimos e realizamos as alterações necessárias na problemática, fundamentação teórica e objetivos, itens que foram trabalhados nos pequenos grupos no último encontro sobre o projeto.
As professoras cursistas expuseram o andamento do projeto em suas escolas, as atividades que já vem sendo realizadas e o que está por acontecer.
A partir das colocações feitas, redigimos os tópicos: metodologia, equipe de trabalho e avaliação, coletivamente.
O projeto está praticamente estruturado no papel, e está a pleno vapor nas escolas, com participação ativa e envolvente por parte de toda comunidade escolar.

Andréa Haupt

segunda-feira, 20 de julho de 2009

ENCONTRO 11 – TP4 – Unidades 15 e 16 - OFICINA 8

A oficina referente às unidades 15 e 16 do TP4, ocorreu no dia 13 de julho do corrente ano.
Iniciamos o encontro com a mensagem sementes, em slides, fazendo-nos refletir sobre nossa prática, sobre as pequenas atitudes que farão diferença, no futuro.

Realizamos em seguida o estudo das unidades 15 e 16, muito importantes na continuidade do Gestar. Refletimos sobre a questão da formulação adequada de perguntas para tornar o processo de leitura mais significativo, levando o aluno ao letramento.

Através de questionamentos bem elaborados, ajudamos nossos alunos a sentirem necessidade de ler, pois a leitura terá uma finalidade, um objetivo. Assim, aguçamos a curiosidade de nosso aluno, que buscará informações através da leitura, e esta se tornará interessante ao educando.

Ao conversar com os professores na oficina 6, que aconteceu no dia 16 de junho, a professora e escritora Ivete Kist, ressaltou justamente a questão da curiosidade, da importância de instigarmos a curiosidade dos alunos, confirmando exatamente o que estas unidades apresentam sobre a leitura e a curiosidade.

Devemos sempre contextualizar a leitura, trazendo à tona questões que levem os estudantes a buscarem informações adicionais àquelas apresentadas nos textos.

Criar situações em que os alunos compartilhem a leitura e seus conhecimentos prévios e vivências, levarão os alunos a uma melhor compreensão, a uma compreensão significativa. Se tiver uma boa percepção da estrutura do texto, o aluno terá mais facilidade em compreender o texto.

O texto “Por que meu aluno não lê?”, do “Ampliando nossas referências” enfatiza algo que trabalhamos bastante na oficina sobre o projeto, no dia 9 de julho: “Para formar leitores, devemos ter paixão pela leitura”. Está em nossas mãos a tarefa de transformarmos nossos alunos em leitores apaixonados, que sentem desejo e prazer pela leitura.

A vivência, as práticas das famílias de nossos alunos em relação à leitura e escrita influenciam muito nas práticas deles. Por isso, a escola tem um papel fundamental, construindo um elo entre a sua prática e a da comunidade escolar, oportunizando, a todos, momentos variados de leitura e escrita.

A produção também é fundamental no processo de letramento.

Na troca de experiências das atividades do “Avançando na Prática”, a maioria das cursistas aplicou a proposta relacionada ao texto “Admirável Mundo Louco” de Ruth Rocha. A experiência foi ótima, de acordo com os relatos. Os alunos foram questionados antes de conhecerem o texto e surgiram respostas interessantíssimas e muito criativas, como hipóteses a partir do título. Além disso, algumas professoras solicitaram que os alunos desenhassem o que o título sugeria, resultando em verdadeiras obras de arte. Em todas as turmas em que o trabalho foi realizado, novamente os alunos foram muito receptivos e ficaram muito curiosos em conhecer o texto, em ler o texto. Também se envolveram do início ao fim do trabalho. Não houve dificuldades em realizar o trabalho e os alunos também não tiveram dificuldades.

Outra atividade realizada por outras professoras foi a sugerida no “Avançando na Prática” da Seção 1 da Unidade 16. Os alunos foram muito criativos em suas produções, contando coisas que realmente marcaram algum momento de sua vida. Também foi um trabalho muito interessante e que realmente envolveu os alunos de formam prazerosa.
Realizamos a atividade prática sugerida nesta oficina sobre a diversidade cultural. As professoras organizaram um planejamento a partir das imagens das crianças e das profissões relacionadas. Várias idéias foram apresentadas pelas professoras cursistas que levaram a outras sugestões de atividades ao serem apresentadas às colegas.

Andréa Cristine Haupt

domingo, 12 de julho de 2009

ENCONTRO 10 – OFICINA DO PROJETO (3)

No dia 09 de julho, nos reunimos para dar continuidade à elaboração do projeto de incentivo à leitura e à escrita.

Iniciamos o encontro com vídeos da TV Escola, sobre leitura: “Professor: leitor e formador de leitores: Ler e escrever, compromisso da escola – partes 1, 2 e 3”.

Após assistir os vídeos, partimos para um debate muito interessante, complementando as leituras já realizadas sobre a importância da leitura e da escrita.

Também apresentei o seguinte questionamento de Ávila e Noll, 1996 “Como pode um professor não leitor, não produtor de textos possibilitar a seus alunos condições para o desenvolvimento da paixão pela leitura e pela escrita?”, que também gerou várias colocações relevantes.

É muito importante que o aluno perceba que o professor é um leitor assíduo, que gosta de ler e tem a leitura como um hábito diário e prazeroso. O professor precisa ser leitor e produtor de textos para incentivar os alunos a serem também, incentivar os alunos a adquirirem o gosto e o hábito de ler e escrever.

As professoras cursistas em três grupos. Cada grupo passou a elaborar uma parte do projeto (problemática, fundamentação teórica, objetivos) que, em outro encontro, será compartilhada e revisada.

O trabalho foi muito produtivo, como nos demais encontros já realizados. As idéias são muitas e a vontade e entusiasmo são contagiantes.


Andréa Cristine Haupt

segunda-feira, 6 de julho de 2009

ENCONTRO 9 – TP4 – Unidades 13 e 14 - OFICINA 7

No 02 de julho realizou-se a oficina relativa às unidades 13 e 14 do TP4.
O encontro iniciou com os slides do livro “Zoom”, de Istvan Banyai. Foi muito interessante, pois as professoras ou não o conheciam ou não lembravam mais do livro. Ao apresentar cada slide, questionava as professoras que iam sugerindo o que poderia ser cada uma das imagens, em que contexto estava inserida, e assim por diante. Ao verem o primeiro slide, imaginaram coisas como: um pedaço de pizza, um guardanapo,... sem chegar a conclusão do que realmente era. A cada slide, comentários de todos os tipos surgiam, tornando-se um momento de reflexão, descontração e criatividade.
Logo após, realizamos a retomada dos textos básicos e de referência das Unidades 13 e 14, com participação de todas as cursistas. Muitas colocações e reflexões a partir das leituras surgiram, inclusive, relacionando-as com nossa prática em sala de aula. Foi um momento muito enriquecedor.
Ressaltou-se a importância de trabalhar a leitura e a escrita com atividades diversificadas que nos façam refletir sobre as diferentes situações sociocomunicativas, os gêneros, as técnicas de leitura e escrita, tendo sempre em mente nossos objetivos. Devemos oportunizar aos alunos práticas que desenvolvam as habilidades de leitura e escrita, possibilitando a organização e construção do conhecimento, através do acesso a ambientes e ferramentas da cultura letrada. Ressaltou-se novamente a importância de proporcionar aos alunos o contato com gêneros textuais variados, o que auxilia na compreensão textual e também na produção.
Também é relevante que tenhamos recursos de oralidade, leitura e escrita contemplados em nosso planejamento, para que a construção do conhecimento realmente aconteça. Sendo assim, o professor deverá organizar um roteiro de questionamentos que nortearão as discussões orais e/ou escritas para auxiliar no processo de letramento dos alunos.
Outro ponto destacado foi o de encontrar meios de fazer com que o aluno tenha necessidade de ler, com que desenvolva a consciência da importância de ler diferentes gêneros textuais. Temos que conhecer os interesses dos alunos, suas experiências e vivências para, a partir daí, proporcionar momentos e textos capazes de mobilizá-los para a leitura. A contextualização, conhecimento da biografia do autor, de sua realidade, sua época histórica, localização geográfica de sua cidade, são fundamentais para situar o aluno em relação ao texto a ser lido assim como para motivá-lo para a leitura do mesmo.
As cursistas apresentaram ao grupo suas práticas a partir do AVANÇANDO NA PRÁTICA, que só veio a acrescentar as discussões feitas anteriormente e ao trabalho em sala de aula. A seleção das atividades aplicadas pelas professoras teve como critério principal a continuidade dos trabalhos que estavam sendo realizados, assim como o tempo disponível (número de aulas) até a oficina destas unidades. Convém ressaltar que algumas professoras, devido a atividades realizadas pela escola e pela Secretaria de Educação tiveram menos aulas para realizar as práticas com seus alunos. Este fato acontecerá no decorrer do ano, já que são atividades importantes que envolvem toda a(s) escola(s).
Dentre as atividades escolhidas, ressalto o Avançando na Prática da Seção 1 da Unidade 13. A turma foi dividida em grupos, cada grupo recebeu um ambiente letrado para observar. Durante as observações os alunos foram registrando suas observações, o que lhes chamou atenção, organizando cartazes no momento seguinte. Os alunos envolveram-se completamente no trabalho, observando coisas que antes nem percebiam. Após, os grupos apresentaram para a turma suas anotações e comentaram como foi o trabalho, fazendo reflexões interessantíssimas a partir das observações. Para finalizar, os alunos produziram um texto a partir das apresentações feitas. Alguns alunos fizeram em forma de relatório, outros utilizaram gêneros com receita, propaganda, enfim, foram bem criativos.
Também foi realizado o trabalho com o poema “Cidadezinha Qualquer” que, segundo a professora cursista Veranisa, resultou em uma profunda e construtiva reflexão sobre a cidadezinha do poema, comparando-a a nossa cidade, ao bairro onde moram, a época histórica em que foi escrito, a biografia do autor,... O trabalho foi muito produtivo e envolveu a todos desde as atividades orais, como de leitura e escritas.
Também foi realizada a atividade sugerida na Seção 2 da Unidade 14. A professora fez um levantamento de assuntos de interesse dos alunos e dois assuntos despertaram a curiosidade da turma em geral: homossexualismo e desarmamento. A turma dividiu-se em dois grandes grupos. Cada qual se inteirou, aprofundou um dos assuntos e, cada grupo, foi novamente dividido: um a favor do assunto em questão e outro contra. Durante a apresentação do trabalho, um grupo defendia a idéia e outro dava sua opinião contra com argumentos bem convincentes e opiniões bem formadas. Ambos assuntos geraram outras reflexões e colocações, com seriedade e comprometimento dos alunos. Após, ao avaliar o trabalho, os alunos foram unânimes em destacar que este trabalho é muito construtivo e favorece o desenvolvimento da opinião de cada um.
Assim, todos os trabalhos desenvolvidos tiveram ótimos resultados e envolveram os alunos com entusiasmo.
Na sequência, as cursistas, divididas em trios, realizaram a transposição de gênero da música “Baião”. As professoras foram muito criativas. Surgiram os gêneros receita, convite formal, convite oral, entrevista.
A avaliação do encontro foi positiva e mais uma vez as professoras saíram do encontro convictas de que estão realizando um trabalho fundamentado em teorias relevantes e construindo novas idéias para serem colocadas em prática.

Andréa Cristine Haupt